Da primeira vez, (os fiscais) deixavam a gente queimar as casas de marimbondo - lá tem muito. Numa das vezes, o mato pegou fogo e foi aquela correria. Então, em 2000, o fiscal fazia a gente tirar casa de marimbondo com a mão. Ele falava que se queimasse a fazenda, ia ter que pagar. Doía demais. Nem dava para enxergar direito de tanta picada. Uma coisa horrível."
Raimundo de Macedo, 41 anos, trabalhador rural